segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Profissões

Vou-vos falar de profissões, visto que metade do país está no desemprego: ter uma profissão é ótimo! Ainda me lembro da minha última profissão… Em pé, na minha esquina, à espera de clientes enquanto mascava uma pastilha, usando calções e um uniforme próprio, tal como muitas pessoas naquele lugar… OK, já chega de falarmos do meu emprego de Verão no McDonald’s; vamos ao que interessa!
Quando eu era um petiz (uau, com expressões como esta até pareço um escritor a sério!) e andava na escola primária, todas as meninas queriam ser cabeleireiras (com a exceção de umas mais gordas, que queriam ser modelos) e todos os meninos queriam ser bombeiros… E os professores mentiam-nos, dizendo que, para sermos isso, teríamos de estudar muito (pois, pois) e tirar boas notas!
Podem-se rir, eu espero. Já está? Foi rápido…
Continuando, eu não percebia bem o porquê de todos escolherem essas profissões menos eu (eu sempre quis ser ator e realizador de cinema), até que, um dia, um colega meu me explicou (o melhor que pôde, visto que tinha poucos dentes na boca):
-Se fores bombeiro, podes estar um dia inteiro sem fazer nenhum; se alguém te chatear, podes usar um machado (ah, pois! já naquele tempo os putos eram assim…); podes vestir-te com estilo (até hoje ainda não entendi isto); podes passar à frente dos outros carros na estrada;…
Eu achei esta última vantagem um pouco desnecessária, porque eu, se quiser, passo à frente de todos os outros carros na estrada! Posso ir preso por excesso de velocidade e destruição de propriedades, mas passo!
Mesmo assim, eu fiquei sem perceber o porquê desta profissão, até porque um rapaz não deve decidir ser bombeiro só porque mexe na mangueira!
Actualmente, todos os rapazes querem ser taxistas. Boa escolha, até porque alguns já são uns grandes labregos, e assim poupa-se na formação (ATENÇÃO: Não aplicável a todos os taxistas; só a maioria em cujos táxis eu andei).
E porquê cabeleireiras, mulheres? Ainda não perceberam que alguém com um espelho e uma tesoura à mão pode cortar o seu próprio cabelo? Se se cortar mal, pode-se dizer que é um estilo novo de Hollywood, e aparecem no dia seguinte meia dúzia de palhaços com um penteado igual!
Outra profissão que me intriga: assistente de bibliotecário. Para além de pôr livros em estantes, em que é que um bibliotecário precisa de ajuda? Cansa-se de fazer “SSHHH!”?
E jardineiro? É profissão? Não? Mas há cursos para isso na escola! Ui, que difícil é ser-se jardineiro! É mesmo preciso haver alguém a explicar como se pega num regador ou como se põem sementes na terra?
Uma última profissão: ladrão. Ladrões portugueses, se querem roubar as pessoas, façam-no com estilo: vão trabalhar para as Finanças!
Poderia falar de muitas mais profissões, mas não o farei porque vão começar os “Gormittis”.
Adiós! J

As Novas Tecnologias e Eu

Apesar de ainda ser novo, não me consigo habituar às novas tecnologias!
Vejam só, antes deste blog, tentei criar outro, e sabem quanto tempo passei na elaboração dessa tarefa? Uma tarde inteira! Quando podia ter demorado menos de 10 minutos!
Porém, não sou a única pessoa no Mundo que se queixa das novas tecnologias... Ah, pois não! Todos os dias ouço alguém a dizer mal, por exemplo, dos telemóveis táteis; e concordo plenamente, porque hoje tudo é tátil, não são só os telemóveis: são os microondas, os botões dos elevadores, a mulher do meu vizinho de cima,...Qualquer dia, nem podemos caminhar ou realizar actividades simplicícimas sem acionar algo tátil!No futuro, até temos de ter cuidado a espreguiçar-nos, porque, sem darmos por isso, podemos ter dado permissão para a auto-destruição da nossa casa... Que bonito, não é?
E quanto ao 3D? Uns dizem "Ai, os filmes fazem arder os meus olhos...", e outros dizem "Brutal! Até parece que as balas vêm contra mim e acontecem explosões à minha frente!". Querem ver balas a virem na vossa direção e explosões por todos os lados sem terem de comprar óculos ou irem ao cinema ver filmes em 3D? Vão viver para o Paquistão; a sensação é a mesma.
Por fim, vou-vos falar da pior inovação do mundo, de que toda a gente fala, menos a Manuel M. Guedes, porque não consegue: o Farmville!
Olhem, sinceramente, eu, que possuo uma quinta a sério, e que já estou a usar vírgulas a mais, acho isso estúpido. Bom, eu e mais metade da população total da Terra... Vá lá, está bem que o trabalho numa quinta é lixado e tal, mas não a ponto de alguém se levantar às quatro da manhã para ver como estão o raio das hortas! E mais: nesse jogo, é facílimo arranjar materiais para cuidar da terra e dos bichos! Vocês fazem ideia do quão complicado é encontrar um adubo recente, que não faça a propriedade cheirar a uma sanita usada, nem crie híbridos mutantes (ah pois, no cinema não é tudo a fingir...) ou aberrações que violem as galinhas? Ah, esperem... Esqueçam a última parte; quem fazia isso era o serrano do meu vizinho do lado. Até hoje, ainda não percebi como é que conseguiu chegar a segurança do P. R.... Bom, mas voltando ao assunto: não fazem ideia! E o que me preocupa mais nisto é a legião de pessoas que perde tempo a jogar esta porcaria! É uma multidão tão grande que chega até a superar o grupo de idosos fãs do F. Mendes, número quase impossível de superar!
Portanto, vamos mudar isso, OK? Ou não, vocês é que sabem. Até porque eu, de novas tecnologias, não percebo quase nada, não é verdade?

domingo, 2 de outubro de 2011

Olá, chamo-me Simão, tenho 16 anos e sou português. Segundo a minha avó, eu escrevo bem, e, por isso, e como também não sou muito forte, decidi usar a escrita como uma arma (daquelas grandes, como se vê no Iraque). Essa arma será usada na crítica de tudo o que me rodeia, numa tentativa falhada (ou não) de humor, visto que não sou o melhor comediante no Mundo (era bom, não era?), ao contrário do endereço do meu blog, que diz "Z is The Best"; não escolhi esse título para me gabar... Só porque já existiam blogs com as minhas outras escolhas de endereço. Ou seja, infelizmente, existem mais pessoas no Mundo que pensam como eu, facto que me faz acreditar cada vez mais nos Maias sobre o que vai acontecer em 2012...
Bom, espero que se divirtam tanto a lê-las como eu me divirto a escrevê-las (às vezes não é muito divertido...). Adiós! :)